Disciplinar? Uma tarefa repetitiva e cansativa!

Você já pensou em como seria fácil ter o equilíbrio emocional suficiente pra corrigir seu filho, da maneira mais calma, serena e rápida possível? É uma tarefa quase impossível, mas gostaria de te disponibilizar algumas ferramentas que não só vão te ajudar a saber como corrigir, como vai te possibilitar criar um padrão de disciplina no seu lar.

Disciplinar filhos é sempre uma tarefa árdua, difícil e que exige muuuito de nossa paciência. Nas últimas semanas eu enfrentei diversos momentos que minha vontade era gritar! Equilíbrio emocional foi testado, crianças amam testar nossos limites e é sobre isso que gostaria de conversar contigo!

Disciplina e Controle Emocional

Primeiramente se nós adultos capazes e maduros não conseguimos controlar totalmente nossas emoções, será que possível que nossos filhos sejam capazes de tal façanha? Não, é claro que não. Mesmo a criança mais esperta, doce e tranquila do mundo não nasce com equilíbrio e capacidade para controlar totalmente as emoções. Assim, o que isso significa pra você e para a sua visão sobre as ações do seu pequeno? Você agora tem condições de entender o mau comportamento de seu filho de um modo que lhe permita discipliná-lo com gentileza no contexto do verdadeiro significado da palavra: ensinar e orientar.

Seu pequeno não choraminga, reclama e se emburra porque está tentando manipulá-lo. Ele não é “mau” de propósito. Ele não se comporta assim apenas para irritá-lo. O mau comportamento do seu filho são resultado direto do fato de que ele não consegue controlar suas emoções. Isto é normal em termos psicológicos e biológicos.

Se você conseguir inserir essa premissa em suas rotinas diárias com seus filhos, não tenho dúvidas de que na adolescência será muito mais tranquilo pra vocês. Assim você terá a calma necessária para ajudar seu filho a aprender como desenvolver o controle emocional apropriado.

As Quatro Partes da Disciplina. 

Disciplinar é algo um tanto quanto conflituoso, pois queremos desfrutar da companhia dos nossos filhos, não queremos nos estressar por qualquer coisa. Porém, existem muitas coisas que nossos filhos precisam fazer ou deixar de fazer, e eles nem sempre escutam, nem sempre fazem o que desejamos ou se comporta como esperamos. O controle emocional deles é bem limitado. Por isso, Elizabeth Pantley, em seu livro ” Soluções para Disciplina sem choro” nos ensina 4 etapas da disciplina positiva e são essas etapas que utilizo no meu lar, para lidar com meus filhos. São elas:

  1. Corrigir o comportamento imediato
  2. Ensinar uma lição
  3. Dar instrumentos para construção da autodisciplina e controle emocional
  4. Construir o relacionamento entre pais e filhos.

E você concorda ou não com essa visão de disciplina positiva? Se o artigo te ajudou compartilhe com as amigas, familiares!


Desmame noturno, após 1 ano de idade!

breastfeeding. young mother breast feeding her daughter with love in vintage color tone

Plano do Dr. Jay Gordon: mudando o padrão de sono na cama familiar

Mudando o padrão de sono na cama familiar

por Dr. Jay Gordon

Será bem difícil achar uma pessoa que apóia a cama familiar (pais e crianças dormindo junto) como eu sou. Ainda assim, já recebi muitos e-mails comentando que há partes desse “plano” que podem ser facilmente mal-entendidas como sendo simplesmente outra versão de “treinamento de sono” para bebês novinhos. Não é suposto ser isso, pelo contrario é bem diferente.

 Aqui está o que eu realmente quero fazer: quero oferecer uma alternativa aos métodos de Ferber, Weisbluth e Tracy Hogg.

Eu não quero ver as minhas idéias aplicadas em um bebê de 4 meses ou até mesmo de 7 meses. Para falar a verdade, eu não incentivo nenhum “plano” para bebês menores de 1 ano. Essas idéias são, então, para serem aplicadas em bebês maiores de 1 ano.

 Antes de proceder, deixe-me expressar a minha preocupação prioritária: Bebês ficam melhores quando respondemos a todas as suas questões da melhor maneira e atendemos às suas necessidades do melhor jeito que podemos.

 A maioria das famílias que eu atendo em meu consultório pediátrico dormem na “cama de família”.

Seus bebês tendem a ser amamentados por mais de 1 ano e eles não dormem a noite toda melhor que a maioria de nós se dormíssemos pertinho do melhor restaurante da cidade e soubéssemos que está aberto 24 horas/dia.

Esse arranjo não é somente adequado e tolerável, mas na verdade para muitas mães é mais fácil, pois elas podem simplesmente amamentar os bebês deitadas mesmo e voltar a dormir, ao invés de ter que levantar para amamentar, ou ainda, recusar a amamentar e por o seu bebê de volta a dormir de alguma outra forma.

Muitos pais continuam esse esquema no primeiro ano, no segundo ano de vida da criança ou até mais, mas alguns preferem mudar pois estão muito cansados.

O que é mais triste de tudo: algumas mães e pais acham que o desmame total é o melhor jeito de conseguir mais sono. Eles preferem não considerar o desmame noturno apenas como uma boa opção ao invés do desmame total.

Existem dezenas de livros e artigos de revistas que implicam que existem algumas maneiras rápidas e fáceis de conseguir que o bebê durma a noite toda sem ser mamar. Eu ainda não li um desses sequer que diga a verdade completa aos pais.

Não é fácil, raramente é rápido e geralmente é bem barulhento e  quebra o coração por algumas noites… ou mais. Eu já vi muitas famílias que precisavam de ajuda e foram oferecidas opções de que não gostaram nada.

Eu tenho uma alternativa melhor ao desmame total ou método do choro. Bebês acordam para a melhor interação com suas mamães, mamar para voltar a dormir. Oferece-se um pouco menos que isso por algumas noites, então um pouco menos ainda e assim por diante, uma modificação gentil de comportamento irá guiá-los a entender que não vale a pena “bater na porta do restaurante fechado”.

Eu não recomendo nenhuma modificação forçada no sono durante o primeiro ano de vida. Provavelmente, a única exceção a isso seria uma emergência envolvendo a saúde de uma mãe que amamenta. Existem muitas sugestões em livros e revistas que pressionam o “dormir a noite toda” durante os primeiros meses de vida do bebê. Eu não acho que essa é a melhor coisa a se fazer e estou muito certo que quanto mais cedo um bebê recebe o tratamento de “não-resposta” de seus pais, maior a chance de que ele irá se fechar, ao menos um pouco.

Não me entenda mal. Gosto muito da cama familiar, o desmame guiado pela criança, e muitos carinhos noturnos no primeiro, segundo, terceiro ano ou mais se está funcionando bem e se a família está se dando bem com o esquema. Não deixe ninguém te convencer que é uma escolha que vai prejudicar a criança ou que ela “nunca vai sair” da sua cama se você não fizer agora. Não acredite em ninguém que diga que o bebê que recebe muitos carinhos e mama de noite “nunca” vai aprender a dormir sozinho ou se tornará dependente. Isso simplesmente não é verdade, mas vende livros e por isso esses mitos continuam em nossa cultura.

Algumas mães simplesmente não querem continuar fazendo isso após alguns meses ou anos e deveria existir uma terceira escolha do que “viver com isso” ou o “método do choro”. Novamente, eu quero dizer que apoio a cama familiar e a amamentação durante a noite por um longo tempo e até estimulo alguns pais a continuarem por um pouquinho mais. Mas eu também tenho que mudar rumo de meus conselhos e apoiar famílias que precisam de mudanças a prosseguirem com as mesmas, mesmo sendo decisões difíceis algumas vezes.

O que recomendo para bebês maiores de 1 ano:

Escolha as 7 horas mais valiosas de sono para você. Eu pessoalmente prefiro de 23h00 às 6 da manhã, mas você pode ter uma preferência diferente.

Mude as regras durante essas horas e não se preocupe porque um bebê que teve todo esse carinho e sabe que pode contar com os pais durante todo o tempo tem uma personalidade formada no sentido de que vai aguentar essa mudança de regras. Ou seja, vai continuar tendo tudo o quer o tempo todo… oops, “quase” o tempo todo.

Esse é o conceito que queremos mostrar ao bebê: “quase”. Se pudéssemos explicar a ele que “mamães e papais cansados levam seus filhos ao parque, zoológico, playground menos do que mamães e papais descansados”… Se essa explicação pudesse fazer sentido às crianças por volta do terceiro aniversario ou antes (mas não faz!!) eles iriam simplesmente virar-se para o lado e dizer: “Te vejo de manhã”, e deixar-nos dormir o quanto quiséssemos.

Eu tento fazer esse plano em intervalos de 3 e 4 noites.

Estou assumindo que você tem um bebê maravilhoso, saudável, de 12, 15, 20 ou 30 meses, que ainda adora acordar de noite a cada 2-4 horas para mamar, carinho, ninar, ou o que seja. Estou assumindo que você pensou muito nisso tudo, decidiu que quer fazer modificações no esquema familiar.

Estou assumindo que ambos, pai e mãe concordam que esta é a melhor opção. E, mais importante, que você está disposta a ir em linha reta no caminho das 7 horas de sono.

A razão dessa ultima afirmação: se o seu bebê aprender que se chorar, se contorcer, etc., por 1 hora vai conseguir que você o amamente, você estará  regredindo no seu plano. Esse é o melhor programa que já vi mas é muito distante de ser fácil. E agora, vou dizer novamente: gosto realmente do que você tem feito, muitos carinhos e amamentação durante a noite. Não mude isso com meu programa ou qualquer outro se você está feliz fazendo dessa forma. Mas….

 As primeiras 3 noites

A qualquer hora antes das 23h00, (incluindo 22h58) ofereça o peito para dormir, nine-o e faça o mesmo quando ele acordar, mas pare de oferecer o peito como solução quando ele acordar após as 23h00. Ao invés….

Quando seu bebê acordar à meia-noite ou qualquer outra hora após 23h00, abrace-o, amamente por um período curto, mas não o deixe adormecer mamando, e ponha-o na cama acordado. Massageie um pouco suas costas e abrace-o um pouco até que ele durma, mas não o ponha de volta no peito (ou uma mamadeira se esse for o caso). Ele precisa adormecer com seu conforto ao lado, mas sem ter que mamar para adormecer completamente.

Agora, ele irá te dizer que está com raiva, furioso, e detesta essa nova rotina. Eu acredito nele. Ele também tentará te dizer que está assustado. Eu acredito que ele esteja zangado, mas um bebê que teve centenas de noites seguidas de carinhos não está com medo de adormecer com sua mão em suas costas e sua voz suave em seu ouvido. Zangado, sim, assustado, não realmente. Durante essas 3 primeiras noites, repita esse padrão somente depois que ele tiver adormecido. Ele poderá dormir por 15 minutos ou 4 horas, mas para ser amamentado novamente tem que dormir e acordar de novo.

Essas noites serão difíceis.

Você poderá decidir que não está realmente preparada para tudo isso. OK, pare. Pare e comece de novo em alguns meses se preferir. Escolher o momento certo é crucial! Muitas pessoas escolhem esse momento baseado ou pressionado por amigos, pediatras, parentes, ou livros. Isso não funciona bem.

É melhor fazer esse plano na cama familiar, num bercinho no mesmo quarto ou usando um berço em outro quarto? Eu prefiro continuar com a cama familiar mesmo que pareça mais difícil no começo, mas sempre me pareceu mais difícil colocar o bebê dentro e fora do berço. Entretanto, se um berço ou uma cama de criança em seu quarto lhe parecer a melhor opção, vá em frente. Outra opção é expandir os limites de sua cama colocando outro colchão próximo ao seu. Um pouco mais de espaço para cada membro da família pode resolver alguns dos problemas de sono.

Minha opção menos favorita é um berço ou cama em outro quarto.

Novamente, durante essas três primeiras noites, entre 23 horas e 6 horas da manhã, abrace-o, amamente por um período curto de tempo, ponha-o na cama acordado, massageie as costas, fale com ele até que ele volte a dormir e repita esse ciclo somente após ele ter dormido e acordado novamente. As 06h01 faça o que for que você esteve fazendo, ignorando o padrão das 7 horas prévias.

Muitos bebês irão rolar, mamar, e voltar a dormir e te darão mais uma hora extra de sono, mas alguns não irão.

Para mim, uma das partes mais asseguradoras desse plano de sono é que os bebês acordam bem, felizes e sem ressentimentos sobre as mudanças nas regras. Você verá o que quero dizer, ainda que os primeiro minutos da manhã não sejam exatamente o que sempre tem sido.

As próximas 3 noites

Novamente, amamentar para dormir ate as 23h00. Quando ele acordar depois disso, abrace-o, aconchegue-se com ele por alguns minutos, mas não o amamente, e ponha-o para dormir acordado. 

Colocá-lo na cama acordado é parte importante do plano como um esforço para ensiná-lo a pegar no sono com menos e menos contato. Não amamentar é uma grande mudança nessas 3 noites. Bebês de 1 ano podem facilmente ficar 7 horas (ou mais) sem calorias. Eles gostam de mamar um pouco durante a noite, mas fisiologicamente e nutricionalmente não é um longo tempo para ficar sem alimento.

As proximas 3 noites

Novamente, amamentar para dormir para as 23h. Quando ele acordar, abrace-o, aconchegue-se com ele por alguns minutos, mas nao amamente-o, e ponha-o para dormir acordado. 

Coloca-lo na cama acordado é parte importante do plano como um esforço para ensina-lo a pegar no sono com menos e menos contato. Não amamentar é uma grande mudança nessas 3 noites. Bebes de 1 ano podem facilmente ficar 7 horas (ou mais) sem calorias. Eles gostam de mamar um pouco durante a noite, mas fisiologicamente e nutricionalmente não é um longo tempo para ficar sem alimento.

Se eu pudesse acordar a minha esposa algumas vezes durante a noite, pedir-lhe para fazer um suco de laranja fresco (minha bebida favorita), e massagear as minhas costas para dormir enquanto eu bebo o suco, eu não escolheria desistir dessa rotina voluntariamente. Minha esposa pode ter uma ideia diferente e ficar cansada disso tudo rapidamente. Bebês raramente desistem de seus padrões e coisas favoritas- de dia ou de noite – sem hesitar e chorar.

Eu realmente não gosto de ouvir bebês chorando. Na verdade, eu detesto ouvir bebês chorando. Diferente deles, porém, nós adultos podemos entender as implicações e efeitos da falta de sono para uma família de 3, 4 ou mais pessoas. Padrões de sono algumas vezes têm que ser mudados. A segurança incrível que a cama familiar tem providenciado supre o melhor contexto e localização para essas mudanças.

Durante essas próximas 3 noites, alguns bebês vão chorar e protestar por 10 minutos enquanto outros vão chorar por 1 hora ou mais. Seu filho tem consciência de que você está lá do seu lado, oferecendo conforto e tranqüilidade. Somente não é a maneira de conforto que ele quer no momento. É difícil ouvi-lo chorar, mas vai funcionar. Eu acredito que ele é um bebê bem-amado, após 1 ano ou mais na cama familiar, e no final ele será o beneficiário dos pais terem noites melhores de sono.

“Sim, pelos últimos meses nós estivemos votando 1 a 2” – não democraticamente, a favor do…. bebê. Quem quer levantar a noite toda, amamentar, andar para cima e pra baixo com o bebê, ficar realmente cansado no dia seguinte e no dia seguinte também? Bem, o voto é 1 a 2 a favor do bebê.”

Agora, o que estamos falando é: nós iremos algumas vezes votar 2 a 1 a favor da família do bebê. Esse conceito “família do bebê” pode ser abominável ao que se considera o Rei da Inglaterra, ou Imperador do Universo, mas nosso conhecimento de que ele tem esse sentimento nos permite demolir o ditador com confiança a um cargo de membro de respeito da família. Sua família.

No final da sexta noite, seu bebê vai voltar a dormir sem mamar. Ele vai dormir após um abraço gostoso, com a sua mão em suas costas e suas palavras em seu ouvido.

Se, em qualquer ponto esse plano parece “errado” para você, pare, espere alguns meses e comece de novo mais tarde. Não  vá contra seus instintos que estão te dizendo que isso não é a coisa certa a se fazer para ajudar seu bebê a dormir. Seus instintos são melhores que qualquer programa de modificação de sono jamais escrito no mundo.

 As próximas 4 noites

Noites 7, 8, 9 e 10. Não o pegue, não o abrace. Quando ele acordar após às 23h00, fale com ele, toque-o, fale mais um pouco, mas não o pegue no colo. Esfregue as costas somente. Não o amamente, obviamente. Ele voltará a dormir. Repita a massagem nas costas e fale com ele se acordar novamente. No fim da nona noite, ele estará voltando a dormir, embora com muita relutância para alguns bebês, com somente uma massagem e a voz calma da mãe.

Depois

Depois dessas primeiras dez noites, continue com carinhos e amamentar para dormir se você gosta e ele quer, mas não faça nada quando ele acordar no meio da noite, exceto tocar um pouco e falar com ele brevemente. Isso pode continuar por mais 3-4 noites, em alguns casos até por uma semana ou mais. Então… para. Ele aprendeu que é amado, tem na pratica tudo que precisa e quer durante o dia todo, mas tem que dar aos seus pais 7-8 horas de sono em retorno.

O que acontecerá se você viajar, ele ficar doente ou outra circunstancia que exija um retorno a mais interação noturna? Nada. Você faz o que precisa ser feito (carinho, dar de mamar, andar, ninar, quantas vezes for necessário) e então passa 1, 2 ou 3 noites voltando ao novo padrão que a família tinha estabelecido. O bebê já conhece o processo e vai reagir a isso muito mais rápido que da primeira vez.

A propósito, “pague” o bebê. Tenha certeza que ele realmente receba bastante em beneficio pela boa noite de sono. Vá ao parque com mais freqüência, faça todas as coisas que você falou que faria se dormisse melhor. Explique a ele conforme você está fazendo. Ele irá entender e ficara bem com tudo isso.

Este artigo pode ser lido original em inglês no site:


Praticando a fé!

Unrecognizable woman praying with hands clasped together on her Bible. Close up.

Deleite-se e agradeça! Ao caminhar ao meu lado ao longo deste dia, pratique a fé e me agradeça durante todo o percurso. A confiança é o canal através do qual a minha paz flui para dentro de você. A gratidão o eleva acima dos seus problemas. Realizo minhas maiores obras por meio de pessoas com corações gratos e confiantes. Em vez de planejar e analisar, tenha fé e seja grato. Esta é uma mudança que será revolucionária em sua vida. (O chamado de Jesus – Sarah Young)

Filipenses 4:4; Salmos 95:1-2; 9:10

 

Esse foi o nosso devocional, eu li para Emily e Theo e ambos prestaram bastante atenção. E logo vieram as perguntas:

– Mamãe o que é fé?, perguntou Emily.

– Filha, fé é você ter a certeza de que quando você pede algo pro papai do céu, ele vai te responder, mesmo que você não veja agora a resposta dele. Você precisa ter confiança de que ele sabe o que é melhor pra você e que ele vai te responder no momento certo, enquanto isso você precisa confiar e ser agradecida pelo que ele já te deu.

– Ah entendi mamãe, fé é quando eu peço uma irmãzinha pro papai do céu, mesmo que você ainda não tenha namorado né?

– Isso mesmo, pra você ter uma irmãzinha o papai do céu primeiro precisa preparar o namorado da mamãe, pra então ela casar e depois te dar uma irmãzinha.

– Então, enquanto o papai do céu prepara minha irmãzinha, eu tenho que ser agradecida pelo meu irmãozinho né?

– Isso mesmo, devemos ser agradecidas por tudo que temos.

E assim, mais um devocional foi realizado, com lições importantíssimas aprendidas.

PS: pelo menos da percepção dela! risos.

 


O que é sono normal de criança? A importância de compreender que existem padrões individuais. Parte 2

Sleeping baby

 

PARTE 2:  A IMPORTÂNCIA DE COMPREENDER QUE EXISTEM PADRÕES INDIVIDUAIS DE SONO

“Meu filho acorda às 2 da manhã e fica acordado por 1 a 2 horas!”

Uma de nós se lembra claramente da primeira vez que a filha fez isso. Por volta dos 14 meses de vida, acordou no meio da noite e não parecia estar pronta ou conseguir voltar a dormir por cerca de uma ou duas horas, apesar de todas as estratégias que os pais tentaram usar. Isso continuou regularmente por alguns meses. E então, da mesma forma misteriosa que começou, parou, e não aconteceu novamente até o ano seguinte.

O “motivo” é desconhecido – apesar de pesquisadores continuarem a explorar a fisiologia do sono – mas nós sabemos que despertares noturnos longos assim acontecem com várias crianças até os 3 anos de idade (Weinraub, Bender, Friedman, Susman, Knoke, Bradley, et al., 2012). Muitas vezes os despertares são rápidos e a criança se acalma facilmente. Outras vezes, demoram um pouco mais pra se acalmarem. Em ambos os casos, esse despertar não indica necessariamente que seu filho tem um “problema” de sono.  Noites mais frequentes de despertar noturno, chamados e choro são mais comuns por volta dos 6 meses de idade, e novamente quando estão perto de completar 2 anos. Tais despertares podem simplesmente ser uma das várias manifestações da ansiedade da separação pela qual a criança está passando—uma mudança normal que resulta do aprendizado da criança de que são seres separados de seus cuidadores (para ler mais, veja Middlemiss, 2004).

 Alguns argumentam que despertares noturnos nessa idade refletem problemas de sono, mas essas opiniões se baseiam em critérios que não necessariamente refletem a realidade do sono de crianças. Várias pesquisas descobriram que acordar à noite é relativamente comum entre os 12 e 24 meses de idade (Richman, 1981; Goodlin-Jones, Burnham, Gaylor, & Anders 2001; Scher, 2000; Weinraub et al., 2013).

Então, a percepção do pai ou mãe a respeito do que constitui um problema de sono pode ser ativada pela falta de conexão entre expectativas de sono ininterrupto e o padrão de sono de um bebê que sem dúvida se encontra dentro da normalidade, ou pelo impacto que esses despertares causam na qualidade de sono do pai /mãe e como ele ou ela vai levar o dia (Loutzenhiser,  Ahlquist, & Hoffman 2012).  Contudo, apesar de mudanças no padrão de sono serem inconvenientes e frustrantes, são uma ocorrência normal no contexto de uma relação saudável entre pais e filhos. Quando vistos como problemáticos, ao invés de normais, padrões que vão e vêm, os pais podem começar a ficar mais estressados e preocupados (Middlemiss, 2004). Como estamos aprendendo com vários pais, entender que despertares noturnos são normais pode ajudar bastante a torná-los mais toleráveis.

 “Meu filho não consegue dormir antes das 22:00.”

É comum em algumas partes das sociedades ocidentais acreditar que crianças precisam estar na cama antes das 19:00, por exemplo, para adquirir bons hábitos de sono. Infelizmente, essa não é a realidade para a maioria das famílias, e não é porque os pais estejam sendo negligentes, mas porque algumas crianças simplesmente têm um ritmo cicardiano diferente ou uma rotina mais noturna, que funciona para a família. Algumas crianças vão se manter nesse padrão durante a infância e alguns anos além.

Dados de outras culturas a respeito do horário de dormir das crianças mostram que dormir mais tarde é bem comum e predominante em países asiáticos (Mindell, Sadeh, Wiegand, How, & Goh, 2010).  Enquanto a média da hora de dormir para crianças em países caucasianos era em torno das 20:42, em países asiáticos era uma hora mais tarde (com a média de 21:44), sendo o horário mais tarde o de 22:17 em Hong Kong.  Notavelmente o despertar matinal era bem mais tarde também nesses países. Outra descoberta foi a de que a grande maioria das crianças em países asiáticos dormem na cama ou no quarto dos pais.  Então, crianças que dormem com seus pais podem naturalmente ter um horário de dormir mais próximo ao deles devido ao arranjo de sono.

O que é importante lembrar é que dormir tarde não é um problema em si. Mas se causa um problema para a família como um todo, os pais podem ajustar a rotina de sono noturno (Mindell, Telofski, Weigand, & Kurtz, 2009) ou começar a rotina um pouco mais cedo a cada dia, para gradualmente trazer a hora do sono para um pouco mais cedo (Richman, 1981).

“Meu filho dorme menos (ou mais) do que é recomendado, não importa o que eu faça!”

Muitas pessoas já viram “tabelas do sono” sobre quanto nossos filhos precisam dormir em vários estágios. Dizem aos pais que os recém-nascidos precisam dormir em torno de 16-18 horas, de que aos dois anos de idade as crianças precisam de um total de 13 horas de sono, e assim por diante.  Quando os pesquisadores exploram questões sobre quanto tempo os bebês e crianças devem dormir e quais são as recomendações saudáveis, as respostas não costumam ser muito claras e são geralmente baseadas na observação do quanto as crianças costumam dormir em diferentes épocas (Matricciani, Olds, Blunden, Rigney, & Williams, 2012).

Como pais, é importante nos lembrarmos de que essas são recomendações. Cada criança é diferente, e recomendações não se encaixam em todas as crianças. Algumas irão precisar de muito sono, e outras de menos. Caso ela esteja realmente em privação de sono, irão surgir sinais claros. Tais sinais incluem esfregar os olhos, parecer “desligado” e não conseguir manter a atenção em pessoas ou brinquedos, ficar extremamente ativo tarde da noite, e ter dificuldade em despertar de manhã.  Prestando atenção à sua criança e às dicas e comportamento dela, você vai ser capaz de saber se ela está dormindo o suficiente, independente do número exato de horas de sono. Sono é importante, mas há várias formas de consegui-lo além de um período único, longo e ininterrupto.

*Pesquisadores estão começando a dizer agora que acordar no meio da noite é comum na vida adulta e era visto como normal tempos atrás – o “primeiro sono” durava em torno de 4 horas, com um período de despertar, seguido por um “segundo sono” com mais 4 horas ( para maiores detalhes, veja aqui e no livro: At Day’s Close: Night in Times Past by Roger Ekirch (Norton 2005).

Tradução: Gabriela de O. M. da Silva

Link para o original (What is normal infant sleep – part II)http://evolutionaryparenting.com/what-is-normal-infant-sleep-part-ii/


Referências:

Goodlin-Jones, B. L., Burnham, M. M., Gaylor, E. E., & Anders, T. F. (2001). Night waking, sleep-wake organization, and self-soothing in the first year of life. Journal of developmental and behavioral pediatrics: JDBP22(4), 226.

Loutzenhiser, L., Ahlquist, A., & Hoffman, J. (2011). Infant and maternal factors associated with maternal perceptions of infant sleep problems. Journal of Reproductive and Infant Psychology,29(5), 460-471.

Matricciani, L. A., Olds, T. S., Blunden, S., Rigney, G., & Williams, M. T. (2012).  Never enough sleep: a brief history of sleep recommendations for children.  Pediatrics, 129, 548-556.

Middlemiss, W.  (2004). Infant sleep: a review of normative and problematic sleep and interventions.  Early Child Development and Care, 174, 99-122.

Mindell, J. A., Sadeh, A., Wiegand, B., How, T. H., & Goh, D. Y. T. (2010). Cross-cultural differences in infant and toddler sleep.  Sleep Medicine, 11, 274-280.

Mindell, J. A., Telofski, L. S., Weigand, B., & Kurtz, E. S. (2009).  A nightly bedtime routine: impact on sleep in young children and maternal mood.  Sleep, 32, 599-606.

Richman, N.  (1981a).  A community survey of characteristics of one to two-year-olds with sleep disruptions.  Journal of the American Academy of Child Psychiatry, 20, 281-291.

Richman, N. (1981b).  Sleep problems in young children.  Archives of Disease in Childhood, 56,491-493.

Scher A. (1991). A longitudinal study of night waking in the first year. Child: care, health and development. Professional Care of Mother and Child, 17(5), 295-302.

Weinraub, M., Bender, R. H., Friedman, S. L., Susman, E. J., Knoke, B., Bradley, R., Houts, R., & Williams, J. (2012).  Patterns of developmental change in infants’ nighttime sleep awakenings from 6 through 36 months of age.  Developmental Psychology, 48, 1511-1528


O que é normal no sono de criança? Parte 1

Sleeping baby

Por: Tracy G. Cassels

Darcia Narvaez

Wendy Middlemiss

John Hoffman

James McKenna

Sarah Ockwell-Smith

Kathleen Kendall-Tackett

Helen Stevens

Problemas de sono infantis são as principais preocupações dos pais de crianças pequenas. Pergunte a qualquer pai/mãe, e a maioria vai reclamar de falta de sono. Vários estarão preocupados pensando que a situação pela qual estão passando não é “normal” e acreditam que seus filhos têm problemas que precisam ser corrigidos. Então eles procuram livros, perguntam a amigos e familiares ou até mesmo ao médico a respeito do que fazer com o padrão ruim de sono das crianças. E para piorar a situação, eles ainda sentem enorme ansiedade e preocupação. Parte dessa epidemia de pais angustiados com o sono dos filhos se deve ao fato de vivermos em uma cultura na qual lhes dizem repetidamente que precisam se preocupar com o sono das crianças, e que haverá conseqüências se os filhos não conseguirem dormir o suficiente. Outro problema é que a maioria dos pais, tendo pouca experiência anterior com crianças até a chegada dos próprios filhos, têm pouca consciência a respeito do que é verdadeiramente “normal” em se tratando de sono infantil.

O simples fato de ter consciência dos padrões normais de sono pode ajudar a diminuir o estresse e a ansiedade que os pais sentem, trazendo assim momentos mais felizes para a família inteira.

Então, o que é o normal?

Nesse  post, iremos tratar de algumas das preocupações mais comuns dos pais em torno do sono, esperando que assim possam vê-los como partes normais do desenvolvimento das crianças.

PARTE 1: O PAPEL IMPORTANTÍSSIMO DA ALIMENTAÇÃO E DAS MUDANÇAS NO DESENVOLVIMENTO

“Meu bebê acorda de hora em hora, seja dia ou noite, para ser alimentado”

Seja de hora em hora, ou a cada duas horas, ou mesmo de três em três, os pais frequentemente se preocupam quando bebês novinhos acordam várias vezes para se alimentar. Essa preocupação não é surpresa se levarmos em conta o objetivo de “dormir a noite toda” que a nossa cultura nos força a ter. Contudo, dormir a noite inteira não é biologicamente normal, principalmente para um bebê amamentado ao seio.

Assim que nasce, o estômago do bebê tem a capacidade para armazenar apenas duas colheres de chá de leite, o que significa que ele ou ela terá que ser alimentado com frequência a fim de atender às demandas de energia que acompanham esse período de crescimento. Apesar do estômago crescer relativamente rápido, a quantidade de gordura e proteína  presentes no leite humano é bem menor que a do leite de outros mamíferos, e por esse motive o bebê precisa mamar várias vezes, o que leva a mais despertares noturnos. (Ball, 2003; Ball, 2009).

O leite materno humano, desenvolvido para bebês que precisam ser alimentados em livre-demanda dia e noite, é digerido fácil e rapidamente. Leites artificiais (fórmulas), no entanto, são tipicamente produzidos a partir do leite de outras espécies de mamíferos – vacas – e contém mais gordura e vários outros aditivos que tornam sua digestão mais lenta e difícil. Isso pode afetar o sono do bebê, resultando em um sono pesado não-natural (permanecendo mais tempo nos estágios 3-4) (Butte, Jensen, Moon, Glaze, & Frost Jr., 1992), um estágio de sono do qual é mais difícil acordar para finalizar pausas na respiração (principalmente em crianças com dificuldade em acordar), dessa forma diminuindo potencialmente a capacidade do bebê de manter oxigênio suficiente em seu corpinho. Ainda assim, o uso de fórmulas de leite não necessariamente proporciona aos pais mais horas de sono (Doan, Gardiner, Gay, & Lee, 2007).

Crianças cuja fonte de energia principal for o leite materno irão despertar frequentemente para mamar, algo que é essencial para que a amamentação continue (Ball, 2009). Contudo, independente do modo de alimentação, várias crianças acordam com frequência no decorrer da noite (Weinraub, Bender, Friedman, Susman, Knoke, Bradley, et al., 2012).  Acordar à noite é normal e uma adaptação biológica. Na verdade, apesar de ser descrito que os padrões de sono se consolidam no segundo ano de vida, esse padrão é diferente quando se trata de bebês amamentados.

As mães que amamentam acordam com mais frequência, mas relatam um sono melhor no total. Por exemplo, em um estudo que acompanhou bebês amamentados ao longo de 2 anos, foi verificado que essas crianças continuavam a despertar frequentemente ao longo do segundo ano de vida, um padrão bem mais similar ao de culturas nas quais dormir com o bebê e a amamentação continuada  são mais comuns (Elias, Nicolson, Bora, & Johnston, 1986).

Despertares noturnos servem para proteger a criança.  Despertares noturnos são mais comumente relatados entre as crianças que compartilham a cama com um dos pais, contudo esses despertares e o leito compartilhado (quando seguindo normas de segurança) podem na verdade proteger a criança da síndrome da morte-súbita do lactente – SIDS (Mosko, Richard, & McKenna, 1997; Mosko, Richard, McKenna, & Drummond, 1996).  O período mais crítico para o risco de morte-súbita vai  do nascimento até os 8 meses de vida (com um pico entre os 2-3 meses) e os despertares noturnos podem servir como mecanismo de defesa. Na verdade, se observarmos a criação de bebês ao longo da história, e em várias culturas, veremos que acordar de madrugada, partilhar a cama e amamentar são o padrão ao qual deveríamos comparar o comportamento de sono dos demais bebês.

“Meu bebê já estava dormindo a noite toda, e de repente voltou a acordar de madrugada.”

Imagine que você vem acordando regularmente para alimentar seu bebê que desperta, mas conforme o tempo passa, isso vai diminuindo de frequência. Então você percebe que está conseguindo dormir longos períodos, Horas ininterruptas de sono, finalmente! É maravilhoso. Então, de repente isso acaba. Seu bebê maravilhoso que dorme a noite toda, voltou a acordar de madrugada. Essa experiência, que é real para muitos, pode causar frustração e desespero, acompanhado da sensação de que você deve ter feito algo errado, ou que precisa fazer algo pra conseguir que o sono dele volte a ser como antes.

Mas aí está a questão: você não fez nada. Um retorno aos despertares noturnos após períodos de sono ininterrupto é completamente normal. O sono de muitas crianças vai ser cíclico assim por um tempo. Na verdade, pesquisadores de padrões de sono descobriram que bebês entre os 6 e 12 meses irão comumente começar a acordar com frequência à noite, mesmo depois de passarem um tempo dormindo horas a fio. (Scher, 1991; Scher, 2001).  O fato é que, em um estudo que observou o sono de bebês dos 3 aos 42 meses de vida, observou-se que os despertares noturnos e a duração do sono eram bastante instáveis nessa fase da vida dos bebês (Scher, Epstein, & Tirosh, 2004).

O que causa a mudança no padrão de sono? Há várias razões prováveis, dependendo de cada criança. Para algumas, pode ser um salto de desenvolvimento ou o nascimento de dentes. Para outros, pode ser um aprendizado cognitivo que os deixa mais inquietos, ou a ansiedade da separação. Recentemente um estudo mostrou que os bebês costumam acordar mais frequentemente quando estão aprendendo a engatinhar. E para outros, nunca chegaremos a descobrir o motivo. Mas conforme as crianças crescem e desenvolvem um ritmo cicardiano, começam a passar por ciclos de sono – alguns mais convenientes para os pais do que os outros. Os pais precisam estar cientes de que estas mudanças são totalmente normais, apesar de poderem ser frustrantes. Felizmente, assim que você descobre que tais mudanças são esperadas, você se prepara melhor ou pelo menos não acrescenta ansiedade às interrupções no sono com as quais é forçado a lidar por vez ou outra.

A segunda parte vai tratar do papel dos padrões individuais no sono das crianças, e a razão para não nos preocuparmos quando nosso bebê não se encaixa no que a maioria dos demais fazem quando se trata de dormir.

Tradução: Gabriela de O. M. da Silva

Link para o original (What is normal infant sleep- part I)http://evolutionaryparenting.com/normal-infant-sleep-part-i/

Referências

Ball, H. L. (2003).  Breastfeeding, bed-sharing, and infant sleep.  Birth, 30, 181-188.

Ball, H. L. (2009).  Bed-sharing and co-sleeping: research overview.  NCT New Digest, 48, 22-27.

Butte, N. F., Jensen, C. L., Moon, J. K., Glaze, D. G., & Frost Jr., J. D. (1992).  Sleep organization and energy expenditure of breast-fed and formula-fed infants.  Pediatric Research, 32, 514-519.

Doan, T., Gardiner, A., Gay, C. L., & Lee, K. A. (2007).  Breast-feeding increases sleep duration of new parents.  Journal of Perinatal & Neonatal Nursing, 21, 200-206.

Elias, M. F., Nicolson, N. A., Bora, C., & Johnston, J. (1986).  Sleep/wake patterns of breast-fed infants in the first 2 years of life.  Pediatrics, 77, 322-329.

Mosko, S., Richard, C., & McKenna, J. (1997).  Infant arousals during mother-infant bed sharing: Implications for infant sleep and sudden infant death syndrome research.  Pediatrics, 100, 841-849.

Mosko, S., Richard, C., McKenna, J., & Drummond, S. (1996).  Infant sleep architecture during bedsharing and possible implications for SIDS.  Sleep, 19, 677-684.

Scher, A.  (2001).  Attachment and sleep: A study of night-waking in 12-month-old infants. Developmental Psychobiology, 38, 274-285.

Scher, A. (1991).  A longitudinal study of night waking in the first year.  Child: Care, Health and Development, 17, 295-302.

Scher, A., Epstein, R., & Tirosh, E. (2004).  Stability and changes in sleep regulation: A longitudinal study from 3 months to 3 years.  International Journal of Behavioral Development, 28, 268-274.

Weinraub, M., Bender, R. H., Friedman, S. L., Susman, E. J., Knoke, B., Bradley, R., Houts, R., & Williams, J. (2012).  Patterns of developmental change in infants’ nighttime sleep awakenings from 6 through 36 months of age.  Developmental Psychology, 48, 1511-1528.


Os pais devem ser modelos positivos para os filhos

5. Então o Senhor desceu na nuvem, permaneceu ali com ele e proclamou o seu nome: o Senhor.

6. E passou diante de Moisés, proclamando: “Senhor, Senhor, Deus compassivo e misericordioso, paciente, cheio de amor e de fidelidade, que mantém o seu amor a milhares e perdoa a maldade, a rebelião e o pecado.

7. Contudo, não deixa de punir o culpado; castiga os filhos e os netos pelo pecado de seus pais, até a terceira e a quarta gerações”.

Êxodo 34:5-7

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